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Disney+ serviço de streaming terá conteúdo não Disney

O aguardado e comentado serviço de streaming da Disney, até o momento conhecido como Disney+, recebeu mais alguns detalhes do CEO Bob Iger. Uma destas revelações incluem que a plataforma da Disney terá além de conteúdo próprio e exclusivo, filmes e séries licenciadas, tal como a Netflix e Amazon Prime Video, colocando-a diretamente como concorrente das duas principais plataformas de streaming do mercado.

A proposta da Disney é que ao menos no início a empresa licencie diversas produções de outras produtoras, porém Iger não dá qualquer previsão que esta estratégia deixe de ser usada em algum momento do serviço de streaming, na verdade, o CEO destaca que este comportamento é comum em outras áreas da companhia, como o parque de diversões onde a empresa já licenciou propriedades intelectuais como Indiana Jones e Avatar.

“Continuaremos analisando as oportunidades que acreditamos alavancarem nosso serviço, porque há uma demanda potencial de consumidores para ela”, disse Iger

Também fora confirmado que as marcas de propriedade da empresa como Marvel, National Geographic, Pixar, Star Wars e a própria Disney Studios terão conteúdos e produções exclusivas no Disney+, sendo algumas das confirmadas uma série de Star Wars, Monster Inc. e uma de High School Music, além de uma exclusividade na transmissão do filme Capitã Marvel.

A recente aquisição da Fox também fora comentada, é esperado que algumas produções da Fox façam parte do catálogo de exclusividade da nova plataforma, enquanto o FX produzirá conteúdos exclusivos para o Hulu.

Falando em Hulu, a companhia do Mickey Mouse pretende oferecer um pacote que permita o assinante, ter acesso às suas três plataformas de streaming, o Disney+, Hulu e ESPN. Um plano familiar para o Disney+ também está nos planos da empresa.

Por fim, fora comentado o fim de contrato da companhia com a Netflix, segundo Iger ele significará um impacto de US$ 150 milhões de dólares em perdas para este ano, mas o CEO acredita que este valor vá ser compensado pela inscrição de usuários no Disney+.

Nem mesmo há motivos para a empresa preocupar-se com esta perda, visto que no primeiro trimestre de 2019 fora apresentado um crescimento financeiro e receita em US$ 15,3 bilhões de dólares.

Fonte: Techcrunch

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